Um crime bárbaro chocou a zona rural de Amarante do Maranhão nesta segunda-feira (12). O caseiro Daniel Miranda da Silva foi assassinado com um tiro na cabeça, teve o corpo queimado e jogado dentro de um poço em uma fazenda da região. Os principais suspeitos do crime são a própria esposa da vítima, Elisângela Herculano Paiva, e um comparsa identificado como Raimundo Nonato Pereira da Silva, que confessaram a participação no ato brutal.
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A farsa do "tio" e a mensagem de celular
O Repórter Bial Mendes apurou que o caso começou a ser desvendado após o irmão de Daniel estranhar o sumiço e acionar a polícia. Ao chegarem na fazenda, os militares do 34º BPM encontraram Elisângela acompanhada de Raimundo, a quem ela apresentou como seu "tio". A dupla alegou que Daniel teria saído de madrugada, deixando apenas uma mensagem no celular, mas a versão não convenceu os investigadores.
Confissão e ocultação de cadáver
Durante as buscas na propriedade, a polícia localizou a arma do crime e o celular da vítima. Ao serem conduzidos para a Delegacia Regional de Imperatriz, a farsa caiu: Elisângela entrou em desespero e confessou que Daniel foi executado com um tiro na cabeça. Segundo os depoimentos, após o disparo, eles queimaram o corpo antes de ocultá-lo no poço.
O corpo foi removido pelo Instituto de Criminalística e encaminhado para o IML de Imperatriz para exames de necropsia. A Polícia Civil agora investiga a real motivação do crime e se havia um relacionamento entre os dois cúmplices.
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